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	<title>Arquivos Notícias - Mira Graçano - Treinamentos em Comunicação</title>
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		<title>A Ética na Comunicação:  o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mira Graçano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa No cenário corporativo atual, a ética na comunicação emerge como um dos pilares fundamentais para garantir o sucesso a longo prazo e a credibilidade das empresas. Em um mundo onde a transparência e a responsabilidade social estão no centro das discussões, as empresas que se destacam não apenas comunicam bem, mas fazem isso de maneira ética. A comunicação é muito mais do que transmitir informações, na verdade trata-se de construir confiança, fortalecer relacionamentos e garantir que todos os stakeholders — funcionários, clientes, fornecedores e investidores — sejam respeitados e tratados de maneira justa. Neste artigo, vamos explorar a importância da ética na comunicação, as práticas recomendadas e exemplos de sua aplicação bem-sucedida no ambiente corporativo. &#160; O Conceito de Ética na Comunicação Corporativa A ética na comunicação envolve a prática de transmitir informações com transparência, honestidade e respeito por todas as partes envolvidas. Isso significa que uma empresa deve ser clara sobre suas intenções, decisões e ações, evitando enganar, manipular ou distorcer fatos. A ética é vital não apenas para preservar a reputação da organização, mas também para promover um ambiente de confiança e colaboração. No ambiente corporativo, a falta de ética na comunicação pode levar a consequências devastadoras. Entre elas citamos a desconfiança entre os colaboradores, queda no desempenho, deterioração da imagem pública e até implicações legais. A ética na comunicação deve permear todas as áreas da empresa — desde os diálogos internos entre líderes e equipes até as comunicações externas com clientes e parceiros. A Relevância da Transparência e da Coerência Dois dos principais componentes da comunicação ética no ambiente corporativo são a transparência e a coerência. Transparência significa compartilhar informações de maneira clara e honesta, especialmente quando se trata de decisões que afetam diretamente os colaboradores ou outros stakeholders. Quando as empresas são transparentes, elas reduzem rumores, minimizam a incerteza e constroem um ambiente de confiança. Já a coerência diz respeito à alinhamento entre palavras e ações. Empresas e líderes devem sempre &#8220;praticar o que pregam&#8221;. Se uma organização diz que valoriza seus funcionários, ela deve agir em conformidade, proporcionando condições de trabalho adequadas, oportunidades de crescimento e reconhecendo os esforços da equipe. A desconexão entre o que é comunicado e o que é feito pode gerar perda de credibilidade e desmotivação, o que, por sua vez, prejudica o desempenho geral da organização. Um exemplo clássico de falta de transparência ocorreu no escândalo da Volkswagen em 2015, co nhecido como &#8220;Dieselgate&#8221;. A empresa alemã foi pega manipulando testes de emissões de seus veículos, comunicando falsamente que atendiam aos padrões ambientais quando, na verdade, violavam regulamentos. A descoberta não apenas impactou sua reputação, mas também resultou em penalidades financeiras, processos judiciais e perda de confiança por parte dos consumidores. Esse caso ressalta como a falta de ética na comunicação pode ter consequências devastadoras. O Papel da Liderança na Promoção da Comunicação Ética Os líderes corporativos desempenham um papel crucial na promoção da comunicação ética dentro da organização. Cabe a eles definir o tom, estabelecer políticas e garantir que a cultura corporativa promova a transparência, o respeito e a integridade em todas as interações. Líderes éticos não apenas falam sobre princípios, mas vivem es ses princípios no dia a dia. Um exemplo positivo de liderança ética na comunicação é a Patagonia, uma marca de vestuário que se destaca por seu compromisso com a sustentabilidade e responsabilidade social. Seu CEO e seus líderes adotam uma abordagem transparente, muitas vezes comunicando aos clientes e investidores de forma direta sobre os desafios e avanços da empresa em termos ambientais. Essa prática cria um forte senso de confiança e lealdade à marca. Como a Comunicação Ética Pode Prevenir Conflitos no Local de Trabalho Os conflitos no ambiente de trabalho muitas vezes surgem devido à má comunicação ou à falta de transparência. Isso inclui desde feedbacks mal administrados até decisões de gestão que não são bem explicadas aos colaboradores. A comunicação ética, quando praticada de forma consistente, pode prevenir muitos desses problemas. Por exemplo, quando os líderes fornecem feedbacks, eles devem fazê-lo de maneira construtiva e respeitosa, focando no desenvolvimento do colaborador em vez de meramente apontar falhas. Um feedback dado de [...]</p>
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<p><span style="color: #808080;">A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa</span></p>
<p>No cenário corporativo atual, a <strong>é</strong><strong>tica na comunicação</strong> emerge como um dos pilares fundamentais para garantir o sucesso a longo prazo e a credibilidade das empresas. Em um mundo onde a transparência e a responsabilidade social estão no centro das discussões, as empresas que se destacam não apenas comunicam bem, mas fazem isso de maneira ética. A <a href="https://miragracano.com.br/conquiste-resultados-com-sua-comunicacao/">comunicação</a> é muito mais do que transmitir informações, na verdade trata-se de construir confiança, fortalecer relacionamentos e garantir que todos os stakeholders — funcionários, clientes, fornecedores e investidores — sejam respeitados e tratados de maneira justa. Neste artigo, vamos explorar a importância da ética na comunicação, as práticas recomendadas e exemplos de sua aplicação bem-sucedida no ambiente corporativo.</p>
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<div id="attachment_98" style="width: 856px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-98" class="wp-image-98" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/coaching-de-comunicacao2.jpg" alt="A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa" width="846" height="334" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/coaching-de-comunicacao2.jpg 760w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/coaching-de-comunicacao2-700x276.jpg 700w" sizes="(max-width: 846px) 100vw, 846px" /><p id="caption-attachment-98" class="wp-caption-text">A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa</p></div>
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<h2>O Conceito de Ética na Comunicação Corporativa</h2>
<p>A <strong>ética na comunicação</strong> envolve a prática de transmitir informações com transparência, honestidade e respeito por todas as partes envolvidas. Isso significa que uma empresa deve ser clara sobre suas intenções, decisões e ações, evitando enganar, manipular ou distorcer fatos. A ética é vital não apenas para preservar a reputação da organização, mas também para promover um ambiente de confiança e colaboração.</p>
<p>No ambiente corporativo, a falta de ética na comunicação pode levar a consequências devastadoras. Entre elas citamos a desconfiança entre os colaboradores, queda no desempenho, deterioração da imagem pública e até implicações legais. A ética na comunicação deve permear todas as áreas da empresa — desde os diálogos internos entre líderes e equipes até as comunicações externas com clientes e parceiros.</p>
<h2>A Relevância da Transparência e da Coerência</h2>
<p>Dois dos principais componentes da <strong>comunicação ética</strong> no ambiente corporativo são a transparência e a coerência. Transparência significa compartilhar informações de maneira clara e honesta, especialmente quando se trata de decisões que afetam diretamente os colaboradores ou outros stakeholders. Quando as empresas são transparentes, elas reduzem rumores, minimizam a incerteza e constroem um ambiente de confiança.</p>
<p>Já a coerência diz respeito à <strong>alinhamento entre palavras e ações</strong>. Empresas e líderes devem sempre &#8220;praticar o que pregam&#8221;. Se uma organização diz que valoriza seus funcionários, ela deve agir em conformidade, proporcionando condições de trabalho adequadas, oportunidades de crescimento e reconhecendo os esforços da equipe. A desconexão entre o que é comunicado e o que é feito pode gerar perda de credibilidade e desmotivação, o que, por sua vez, prejudica o desempenho geral da organização.</p>
<p>Um exemplo clássico de falta de transparência ocorreu no escândalo da Volkswagen em 2015, co</p>
<p>nhecido como &#8220;Dieselgate&#8221;. A empresa alemã foi pega manipulando testes de emissões de seus veículos, comunicando falsamente que atendiam aos padrões ambientais quando, na verdade, violavam regulamentos. A descoberta não apenas impactou sua reputação, mas também resultou em penalidades financeiras, processos judiciais e perda de confiança por parte dos consumidores. Esse caso ressalta como a <strong>falta de ética na comunicação</strong> pode ter consequências devastadoras.</p>
<h2>O Papel da Liderança na Promoção da Comunicação Ética</h2>
<p>Os líderes corporativos desempenham um papel crucial na promoção da comunicação ética dentro da organização. Cabe a eles definir o tom, estabelecer políticas e garantir que a cultura corporativa promova a transparência, o respeito e a integridade em todas as interações. Líderes éticos não apenas falam sobre princípios, mas vivem es</p>
<p>ses princípios no dia a dia.</p>
<p>Um exemplo positivo de liderança ética na comunicação é a <strong>Patagonia</strong>, uma marca de vestuário que se destaca por seu compromisso com a sustentabilidade e responsabilidade social. Seu CEO e seus líderes adotam uma abordagem transparente, muitas vezes comunicando aos clientes e investidores de forma direta sobre os desafios e avanços da empresa em termos ambientais. Essa prática cria um forte senso de confiança e lealdade à marca.</p>
<h2>Como a Comunicação Ética Pode Prevenir Conflitos no Local de Trabalho</h2>
<p>Os conflitos no ambiente de trabalho muitas vezes surgem devido à má comunicação ou à falta de transparência. Isso inclui desde feedbacks mal administrados até decisões de gestão que não são bem explicadas aos</p>
<p>colaboradores. A comunicação ética, quando praticada de forma consistente, pode prevenir muitos desses problemas.</p>
<p>Por exemplo, quando os líderes fornecem feedbacks, eles devem fazê-lo de maneira construtiva e respeitosa, focando no desenvolvimento do colaborador em vez de meramente apontar falhas. Um feedback dado de forma agressiva ou desrespeitosa pode gerar ressentimento e prejudicar a moral da equipe. Em vez disso, os líderes devem buscar maneiras de fortalecer a confiança e motivar os funcionários.</p>
<p>Além disso, a <strong>escuta ativa</strong> é um elemento-chave da comunicação ética. Líderes que praticam a escuta ativa demonstram respeito pelas opiniões de seus funcionários e estão abertos a ouvir preocupações, ideias e críticas construtivas. Isso não apenas melhora a <a href="https://miragracano.com.br/conquiste-resultados-com-sua-comunicacao/">comunicação</a>, mas também fortalece a coesão da equipe.</p>
<h2>Ética na Comunicação Externa: Como Gerir a Relação com Clientes e a Sociedade</h2>
<p>A comunicação externa — com clientes, parceiros e a sociedade em geral — também deve ser guiada pela ética. As empresas precisam ser claras em suas propostas de valor, nas promessas que fazem e nos serviços ou produtos que oferecem. Comunicar informações falsas ou enganosas pode rapidamente destruir a confiança do público e prejudicar gravemente a reputação da marca.</p>
<p>Um exemplo positivo nesse aspecto é a marca de cosméticos <a href="https://www.thebodyshop.com.br/"><strong>The Body Shop</strong></a>, que construiu sua reputação ao longo dos anos por sua transparência em relação aos ingredientes utilizados em seus produtos, sua postura contra testes em animais e seu compromisso com práticas comerciais sustentáveis. A comunicação honesta e transparente fez com que a marca ganhasse a confiança de consumidores ao redor do mundo, consolidando-se como uma referência em ética empresarial.</p>
<h2>A Ética e a Era Digital: Desafios e Oportunidades</h2>
<div id="attachment_102" style="width: 841px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-102" class="wp-image-102" style="font-size: 16px;" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Saiba-o-que-fazer-para-dar-uma-guinada-na-sua-carreira2.jpg" alt="A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa" width="831" height="328" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Saiba-o-que-fazer-para-dar-uma-guinada-na-sua-carreira2.jpg 760w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Saiba-o-que-fazer-para-dar-uma-guinada-na-sua-carreira2-700x276.jpg 700w" sizes="(max-width: 831px) 100vw, 831px" /><p id="caption-attachment-102" class="wp-caption-text">A Ética na Comunicação: o que influencia no Sucesso Sustentável de uma empresa</p></div>
<p>Na era digital, a ética na comunicação enfrenta novos desafios. Com o crescimento das redes sociais e a facilidade de disseminação de informações, as empresas estão sob constante escrutínio público. Uma má decisão de comunicação pode rapidamente se espalhar e prejudicar a imagem da empresa.</p>
<p>No entanto, a era digital também oferece uma oportunidade única para as empresas se conectarem de forma mais autêntica e transparente com seus públicos. O uso ético das redes sociais, com a divulgação clara de informações e a interação genuína com clientes, pode fortalecer a marca e criar relacionamentos mais próximos e duradouros.</p>
<p>Empresas como a <strong>Netflix</strong> são um bom exemplo de uso eficaz da comunicação digital. Além de promover seus produtos e serviços, a Netflix se comunica diretamente com seus clientes em plataformas como o X, muitas vezes respondendo a críticas de forma honesta e direta. Isso cria uma conexão autêntica e mostra ao público que a empresa está disposta a ouvir e melhorar.</p>
<h2>Considerações Finais: A Comunicação Ética Como Pilar do Sucesso</h2>
<p>A <strong>comunicação ética</strong> é um dos pilares fundamentais para o sucesso corporativo sustentável. Quando uma empresa prioriza a transparência, a coerência e o respeito em suas comunicações, ela constrói uma cultura organizacional mais forte, atrai talentos, ganha a confiança de seus clientes e fortalece sua reputação.</p>
<p>Os líderes corporativos têm a responsabilidade de promover essa ética em todos os níveis da organização, servindo como exemplos de integridade e responsabilidade. A comunicação ética, longe de ser apenas um ideal, é uma necessidade estratégica que influencia diretamente o sucesso de uma empresa no longo prazo.</p>
<p>Portanto, seja no ambiente interno ou externo, garantir que a comunicação seja transparente, coerente e respeitosa não é apenas uma questão moral, mas também uma abordagem que traz benefícios concretos para todos os envolvidos. É preciso lembrar que, no mundo corporativo, <strong>as palavras têm poder</strong>, e usá-las de maneira ética é essencial para construir um futuro próspero e sustentável para qualquer organização.</p>
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		<title>Conquiste Resultados com sua Comunicação</title>
		<link>https://miragracano.com.br/conquiste-resultados-com-sua-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 12:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ajudar pessoas não só a lidar com a imprensa, mas a desenvolver padrões funcionais de comunicação dentro das corporações, de maneira a criar ambientes harmoniosos, combater a fofoca, minimizar os efeitos de climas organizacionais que interferem negativamente nos resultados .Esses são  os maiores benefícios de um Coaching de Comunicação. Um dos grandes problemas dentro das empresas é a falta de clareza nas informações. Muitas vezes o que é “comunicado” oficialmente não esclarece todas as dúvidas para que haja engajamento da equipe. Um exemplo dessa situação é a apresentação de um projeto. O gestor precisa motivar sua equipe. Precisa que todos se envolvam com a mesma determinação e acreditem nos resultados esperados. O projeto pode estar perfeitamente descrito , tecnicamente bem apresentado em slides e pode acabar em decepção se a apresentação oral, se a força de convencimento e de inspiração não forem fortes o suficiente. Outro risco são os colaboradores perderem o interesse pela falta de oportunidade em opinar. Me lembro de várias reuniões em que pessoas entravam mudas e saiam caladas. Eram sempre os mesmos que detinham o poder da palavra e do convencimento. Certamente a maioria saia da reunião sentindo o peso de mais uma tarefa com a qual não se identificavam. Não atuavam na criação da ideia, no planejamento. RESULTADOS COM SUA COMUNICAÇÃO Quando a comunicação flui naturalmente dentro de uma empresa as pessoas não se sentem inseguras por discordar. Não há confronto. Pelo contrário, há liberdade para apresentação de opções, há espaço para a argumentação. A comunicação é um dos fatores que mais contribuem para o bem estar de um colaborador dentro de uma empresa. Curioso observar também que muito do que falamos ou ouvimos está contaminado por jogospsicológicos. O Coaching é uma estratégia para observar as motivações da fala, sem que haja julgamento. O próprio Coachee poderá identificar porque costuma se calar, ou porque se sente rejeitado se uma opinião sua é contestada, porque reage com agressividade. Onde estão os valores, as crenças? Além do ambiente corporativo, o Coaching de Comunicação pode trazer grande avanço na prevenção de conflitos de comunicação nos relacionamentos de um modo geral. Afinal, o importante nem sempre é o que falamos, mas a maneira como o outro entende! Outro detalhe: mais importante que saber falar é saber ouvir! Neste sentido, abre-se uma janela de oportunidades para o trabalho com casais que têm problemas de comunicação, pais e filhos, pessoas que se isolam do convívio social. A comunicação saudável cria relacionamentos funcionais, gera autoestima.Outra possibilidade interessante é trabalhar com pessoas que precisam desenvolver palestras de alto impacto ou apenas se apresentar publicamente.  Sabemos que a comunicação se faz pela linguagem escrita, verbal e não verbal. Podemos escrever uma mensagem perfeita e ter dificuldades para apresentação verbal das informações. Da mesma forma, o conteúdo pode estar muito bem estruturado e o efeito não ser positivo porque  a linguagem corporal não estava em sintonia. Gestos, expressões faciais, movimentos dos olhos e do corpo, o tom de voz, tudo interfere na absorção da mensagem. Há momentos em que a fala precisa ser mansa e acolhedora. Há momentos em que o receptor precisa de uma fala mais direta. Me considero apta a auxiliar empresas e profissionais nesta área não apenas pelas formações na área de Desenvolvimento Pessoal, mas também larga experiência em processos de comunicação informativa. Seja em assessorias de imprensa, elaboração de textos, consultoria para implantação de Planos de Comunicação, apresentação de Programas de Televisão e Rádio. De tudo isso, o fator que considero de maior legitimidade é minha própria jornada contra a timidez e a falta de coragem para dizer não. Ainda hoje faz-se necessário um movimento consciente para divergir com segurança, apresentar argumentos, ter uma comunicação mais assertiva. Conforme explica Vera Martins (2005, p.38) “a comunicação assertiva é o estilo que possibilita SER E PARECER, pois suas características estimulam uma comunicação transparente, honesta, objetiva e de mão dupla”. A autora se refere ao fato de que as pessoas escolhem padrões de comunicação de acordo com seu perfil de comportamento. Existem aqueles que são e não parecem – pessoas ou profissionais ocultos em suas atividades, que não tornam explícitos seu potencial ou opinião. Existem os que parecem e não são. É o exemplo clássico daquele que se vende além do que é.  “A [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-116" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao.jpg" alt="" width="1140" height="655" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao.jpg 1140w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao-900x517.jpg 900w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao-1024x588.jpg 1024w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao-700x402.jpg 700w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Conquiste-Resultados-com-sua-Comunicacao-768x441.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
<p>Ajudar pessoas não só a lidar com a imprensa, mas a desenvolver padrões funcionais de comunicação dentro das corporações, de maneira a criar ambientes harmoniosos, combater a fofoca, minimizar os efeitos de climas organizacionais que interferem negativamente nos resultados .Esses são  os maiores benefícios de um <strong>Coaching de Comunicação</strong>. Um dos grandes problemas dentro das empresas é a falta de clareza nas informações. Muitas vezes o que é “comunicado” oficialmente não esclarece todas as dúvidas para que haja engajamento da equipe.</p>
<p>Um exemplo dessa situação é a apresentação de um projeto. O gestor precisa motivar sua equipe. Precisa que todos se envolvam com a mesma determinação e acreditem nos resultados esperados. O projeto pode estar perfeitamente descrito , tecnicamente bem apresentado em slides e pode acabar em decepção se a apresentação oral, se a força de convencimento e de inspiração não forem fortes o suficiente. Outro risco são os colaboradores perderem o interesse pela falta de oportunidade em opinar. Me lembro de várias reuniões em que pessoas entravam mudas e saiam caladas. Eram sempre os mesmos que detinham o poder da palavra e do convencimento. Certamente a maioria saia da reunião sentindo o peso de mais uma tarefa com a qual não se identificavam. Não atuavam na criação da ideia, no planejamento.</p>
<p><strong>RESULTADOS COM SUA COMUNICAÇÃO</strong></p>
<p>Quando a comunicação flui naturalmente dentro de uma empresa as pessoas não se sentem inseguras por discordar. Não há confronto. Pelo contrário, há liberdade para apresentação de opções, há espaço para a argumentação. A comunicação é um dos fatores que mais contribuem para o bem estar de um colaborador dentro de uma empresa. Curioso observar também que muito do que falamos ou ouvimos está contaminado <strong>por jogos</strong><strong>psicológicos</strong>. O Coaching é uma estratégia para observar as motivações da fala, sem que haja julgamento. O próprio Coachee poderá identificar <strong>porque costuma se calar, ou porque se sente rejeitado se uma opinião sua é contestada, porque reage com agressividade. Onde estão os valores, as crenças?</strong></p>
<p>Além do ambiente corporativo, o Coaching de Comunicação pode trazer grande avanço na prevenção de conflitos de comunicação nos relacionamentos de um modo geral. Afinal, o importante nem sempre é o que falamos, mas a maneira como o outro entende! Outro detalhe: mais importante que saber falar é saber ouvir! <strong>Neste sentido, abre-se uma janela de oportunidades para o trabalho com casais que têm problemas de comunicação, pais e filhos, pessoas que se isolam do convívio social. A comunicação saudável cria relacionamentos funcionais, gera autoestima.</strong>Outra possibilidade interessante é trabalhar com pessoas que precisam desenvolver <strong>palestras de alto impacto ou apenas se apresentar publicamente</strong>.  Sabemos que a comunicação se faz pela linguagem escrita, verbal e não verbal. Podemos escrever uma mensagem perfeita e ter dificuldades para apresentação verbal das informações. Da mesma forma, o conteúdo pode estar muito bem estruturado e o efeito não ser positivo porque  a linguagem corporal não estava em sintonia. Gestos, expressões faciais, movimentos dos olhos e do corpo, o tom de voz, tudo interfere na absorção da mensagem.</p>
<p>Há momentos em que a fala precisa ser mansa e acolhedora. Há momentos em que o receptor precisa de uma fala mais direta. Me considero apta a auxiliar empresas e profissionais nesta área não apenas pelas formações na área de Desenvolvimento Pessoal, mas também larga experiência em processos de comunicação informativa. Seja em assessorias de imprensa, elaboração de textos, consultoria para implantação de Planos de Comunicação, apresentação de Programas de Televisão e Rádio. <strong>De tudo isso, o fator que considero de maior legitimidade é minha própria jornada contra a timidez e a falta de coragem para dizer não</strong>. Ainda hoje faz-se necessário um movimento consciente para divergir com segurança, apresentar argumentos, ter uma comunicação mais assertiva.</p>
<p>Conforme explica Vera Martins (2005, p.38) “a comunicação assertiva é o estilo que possibilita SER E PARECER, pois suas características estimulam uma comunicação transparente, honesta, objetiva e de mão dupla”. A autora se refere ao fato de que as pessoas escolhem padrões de comunicação de acordo com seu perfil de comportamento. Existem aqueles que são e não parecem – pessoas ou profissionais ocultos em suas atividades, que não tornam explícitos seu potencial ou opinião. Existem os que parecem e não são. É o exemplo clássico daquele que se vende além do que é.  “A pessoa que adota a comunicação assertiva consegue &#8230;.influenciar e ser influeConsiderando que o Coaching é um processo em que o Coachee promove seu próprio desenvolvimento através do autoconhecimento, acredito no enorme potencial do Coaching de comunicação. As perguntas são as respostas. Aqui já começa a mudança. Pensar, refletir, a partir de um questionamento. A mudança começa quando o coachee acredita que pode ter uma comunicação funcional, que contribui para relacionamentos saudáveis, sem que uma das partes tenha que se anular.</p>
<p>Na verdade, como lembra Vera Martins (2005, p.93), “a pessoa não poderá remover sua programação psicológica original, mas poderá inserir novas programações para neutralizar as que estão interferindo negativamente em sua vida, inspirando-a a assumir comportamentos agressivos e passivos. A solução está em alterar sua profecia, tornando sua voz interna mais amável e ponderada a respeito de si mesma”.</p>
<p>MARTINS. Vera – Seja Assertivo! Como conseguir mais autoconfiança e firmeza na sua vida profissional e pessoal. Rio de Janeiro: Elsevier,2005.</p>
<p>O post <a href="https://miragracano.com.br/conquiste-resultados-com-sua-comunicacao/">Conquiste Resultados com sua Comunicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://miragracano.com.br">Mira Graçano - Treinamentos em Comunicação</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Media Training: estamos vendo erros imperdoáveis nas entrevistas</title>
		<link>https://miragracano.com.br/media-training-estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 19:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Penso que o Media Training nunca foi tão necessário no Brasil. Boa parte dos porta-vozes parecem estar com os nervos à flor da pele por conta das circunstâncias, e ignoram completamente as regras de bom senso durante uma entrevista. Obviamente este artigo não tem a pretensão de atingir nenhum governo, mas o episódio da Covid 19 mostrou cenas de completo despreparo, o que é indesculpável para profissional que ocupa um cargo de relevância e tem o compromisso de prestar contas, transmitir informações que possam orientar a sociedade. O Media Training existe para isso. É um treinamento que pode evitar crises de imagem, como as cenas protagonizadas recentemente pela Secretária Nacional de Cultura, Regina Duarte, em entrevista à CNN. Primeiramente, uma autoridade não ter obrigação de conhecer todos códigos do jornalismo, nenhum porta-voz  assume o cargo sabendo como funciona uma redação de TV, como ocorre a produção da notícia, edição e exibição de uma matéria jornalística. Mas o entrevistado jamais deve enfrentar a câmera ou receber o repórter sem estar preparado para isso. Se conhecesse um pouco dessa dinâmica, Regina Duarte jamais teria soltado ao vivo a frase que provoca arrepios em qualquer jornalista que se preze: “não combinamos isso”. Jornalista não combina o que vai perguntar pra confortar o entrevistado. Existe sim uma pauta prévia que define o tema, mas não as perguntas. O pressuposto básico de uma entrevista é a liberdade de pergunta e resposta. A Secretária saberia também que é absolutamente normal e desejável intercalar sua entrevista ao vivo com o posicionamento de outro porta-voz que tenha outro olhar sobre o tema ou mesmo uma opinião divergente. Isso enriquece o discurso. E o que dizer do susto quando a atriz percebeu que não falaria apenas para o jornalista “combinado”? Como assim&#8230;. será que ela não assiste telejornais , não percebeu que são comuns as entrevistas compartilhadas com apresentadores em diferentes estúdios? Nem me refiro à conduta do nosso presidente diante das entrevistas, porque notadamente fere qualquer preceito de Media Training. Ele é conhecido e, por vezes, admirado por dizer o que pensa. O que parece virtude, na verdade fere a liturgia do cargo e acaba potencializando manchetes negativas e aumentando a audiência dos veículos de informação.  Os estragos poderiam ser evitados com atitudes simples como parar de responder perguntas de improviso, parar de reagir às provocações em qualquer circunstância e qualquer lugar. Improviso em momento de crise é um tiro no pé para um porta-voz, tanto pior para um presidente cuja palavra pode desestabilizar uma nação. Os ambientes de governo são hoje celeiros de “palavras mal ditas”. A guerra política se trava nos discursos irresponsáveis, nas acusações, ameaças e mentiras. E todos só fazem aumentar a insegurança dos cidadãos. Obviamente o debate politico é indispensável à democracia, mas o que vemos não pode ser chamado de discussão de ideias. Tenho minhas dúvidas se apenas o media training daria conta dessa desordem, porque os comportamentos estão relacionados em boa parte aos desvios de caráter mas, um bom treinamento de mídia permitiria pelo menos conhecer o sistema de trabalho da imprensa e como se fala em público. Já seriam grandes sinais de respeito  a quem consome notícia e de resistência à mídia que corre atrás de espetáculo a qualquer preço.</p>
<p>O post <a href="https://miragracano.com.br/media-training-estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas/">Media Training: estamos vendo erros imperdoáveis nas entrevistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://miragracano.com.br">Mira Graçano - Treinamentos em Comunicação</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-191" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas.jpg" alt="" width="1140" height="655" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas.jpg 1140w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas-900x517.jpg 900w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas-1024x588.jpg 1024w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas-700x402.jpg 700w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/05/estamos-vendo-erros-imperdoaveis-nas-entrevistas-768x441.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
<p>Penso que o Media Training nunca foi tão necessário no Brasil. Boa parte dos porta-vozes parecem estar com os nervos à flor da pele por conta das circunstâncias, e ignoram completamente as regras de bom senso durante uma entrevista. Obviamente este artigo não tem a pretensão de atingir nenhum governo, mas o episódio da Covid 19 mostrou cenas de completo despreparo, o que é indesculpável para profissional que ocupa um cargo de relevância e tem o compromisso de prestar contas, transmitir informações que possam orientar a sociedade. O Media Training existe para isso. É um treinamento que pode evitar crises de imagem, como as cenas protagonizadas recentemente pela Secretária Nacional de Cultura, Regina Duarte, em entrevista à CNN.</p>
<p>Primeiramente, uma autoridade não ter obrigação de conhecer todos códigos do jornalismo, nenhum porta-voz  assume o cargo sabendo como funciona uma redação de TV, como ocorre a produção da notícia, edição e exibição de uma matéria jornalística. Mas o entrevistado jamais deve enfrentar a câmera ou receber o repórter sem estar preparado para isso. Se conhecesse um pouco dessa dinâmica, Regina Duarte jamais teria soltado ao vivo a frase que provoca arrepios em qualquer jornalista que se preze: “não combinamos isso”. Jornalista não combina o que vai perguntar pra confortar o entrevistado. Existe sim uma pauta prévia que define o tema, mas não as perguntas. O pressuposto básico de uma entrevista é a liberdade de pergunta e resposta.</p>
<p>A Secretária saberia também que é absolutamente normal e desejável intercalar sua entrevista ao vivo com o posicionamento de outro porta-voz que tenha outro olhar sobre o tema ou mesmo uma opinião divergente. Isso enriquece o discurso. E o que dizer do susto quando a atriz percebeu que não falaria apenas para o jornalista “combinado”? Como assim&#8230;. será que ela não assiste telejornais , não percebeu que são comuns as entrevistas compartilhadas com apresentadores em diferentes estúdios?</p>
<p>Nem me refiro à conduta do nosso presidente diante das entrevistas, porque notadamente fere qualquer preceito de Media Training. Ele é conhecido e, por vezes, admirado por dizer o que pensa. O que parece virtude, na verdade fere a liturgia do cargo e acaba potencializando manchetes negativas e aumentando a audiência dos veículos de informação.  Os estragos poderiam ser evitados com atitudes simples como parar de responder perguntas de improviso, parar de reagir às provocações em qualquer circunstância e qualquer lugar. Improviso em momento de crise é um tiro no pé para um porta-voz, tanto pior para um presidente cuja palavra pode desestabilizar uma nação.</p>
<p>Os ambientes de governo são hoje celeiros de “palavras mal ditas”. A guerra política se trava nos discursos irresponsáveis, nas acusações, ameaças e mentiras. E todos só fazem aumentar a insegurança dos cidadãos. Obviamente o debate politico é indispensável à democracia, mas o que vemos não pode ser chamado de discussão de ideias. Tenho minhas dúvidas se apenas o media training daria conta dessa desordem, porque os comportamentos estão relacionados em boa parte aos desvios de caráter mas, um bom treinamento de mídia permitiria pelo menos conhecer o sistema de trabalho da imprensa e como se fala em público. Já seriam grandes sinais de respeito  a quem consome notícia e de resistência à mídia que corre atrás de espetáculo a qualquer preço.</p>
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		<title>A notícia que Boechat não deu</title>
		<link>https://miragracano.com.br/a-noticia-que-boechat-nao-deu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 12:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definitivamente não lidamos bem com a única certeza da vida. A morte repentina do jornalista Ricardo Boechat foi um duro golpe à rotina de todos que se familiarizaram com a voz do apresentador enquanto dirigiam a caminho do trabalho. Às 7:30h, salvo alguns atrasos e viagens, era sagrada a abertura do noticiário no radio, com o comentário bem articulado, por vezes controverso, sobre algum dilema do Brasil e de sua gente. Minutos depois ele nos fazia ir às gargalhadas quando anunciava José Simão e debochavam da miséria política, dos nomes inusitados e de fatos cotidianos, típicos do brasileiro. Ah&#8230; como foi bom&#8230; como vai fazer falta!! Simão com outro apresentador não será a mesma dobradinha, a mesma química. A morte súbita é a notícia que Boechat não deu e que nos tirou a fome na segunda-feira, depois de uma sequência de más noticias no ano conturbado. É um soco no estômago de quem fica e um alerta para a reflexão: porque nunca estamos preparados para essa notícia? Recentemente passei um período de férias visitando a família no interior de Minas Gerais.  Viver no interior é conviver de perto com a perda de gente querida. Todos se conhecem, se vêem na missa de domingo, sabem o nome do pai, dos filhos, netos&#8230;. sabem até o cardápio do almoço, já que dispensam convite para chegar e sentar à mesa. Cada vez que visito a cidade, me chama atenção uma música suave no autofalante da igreja matriz, que interrompe qualquer atividade. Todos param para ouvir. O padre anuncia solenemente um óbito e convida para o velório. Como a música tocou nos dias em que eu estava lá! Eu sempre perguntava: “mãe, quem foi dessa vez? E lá ia ela  lamentar mais uma perda. No dia seguinte seguia o cortejo fúnebre até a proximidade de casa. A vida ia passando, quase todos os dias, pelo autofalante da igreja, e essa rotina parecia aumentar a consciência do nosso destino. E por falar em destino, porque não tratar do assunto? Melhor ignorar o fim ou minimamente se preparar para ele? Sim, precisamos nos preparar&#8230;. e a melhor forma de fazer isso é viver bem os dias que a gente tem! Neste sentido, Boechat, sem querer, deixa uma grande lição. Ele se dedicou  intensamente à profissão que amava, expos opiniões, comprou brigas, chorou, dividiu com o público o drama da depressão, passou aperto financeiro, conheceu a desonra e a glória. A maior fama veio já na maturidade, depois dos 50, provando que podemos nos reinventar a qualquer tempo. E já com vida feita, curtiu novamente a aventura de criar filhos. Sempre falava de suas mulheres – a esposa e as duas filhas pequenas ( tinha mais 4 filhos adultos). Aliás, ele se referia à esposa como “doce Veruska”- uma referência típica de quem está satisfeito com o que conquistou. Se preparar para a morte é acima de tudo não esperar condições ideais para viver intensamente. É não desistir com os dissabores, mas sair da crise fortalecido. Ouvi alguém dizendo que Boechat era como vinho- a cada ano ficava melhor. Um dia antes de morrer, ele reuniu toda a família para um almoço de domingo. Coisas do destino, mas se ele pudesse escolher o que fazer, em seu último dia de vida, certamente seria estar ao lado dos seus. É isso que faz a vida ter sentido e ele o fez com muita coragem. O jornalismo perde muito. O jornalista Ricardo Boechat nunca foi unanimidade, mas “deu a cara pra bater” porque não era dado à mornidão. Tinha suas convicções e por isso se destacou em meio a tantas vozes e a todas as transformações que atingiram a imprensa nos últimos anos. Fez seu nome na mídia impressa,  marcou presença na televisão e finalmente revolucionou a notícia no radio. Viver intensamente é isso – desbravar, arriscar, expor o que se pensa, construir argumentos, brigar, defender, discordar. O nosso problema é a resignação. Nos adaptamos aos relacionamentos tóxicos, ao trabalho frustrante, à rotina doentia, à falta de cuidado com a saúde (como se a velhice não fosse chegar), nos acostumamos a esperar a condição ideal para todo passo que precisamos dar. De repente olhamos nossas rugas aos 50 e [...]</p>
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<p>Definitivamente não lidamos bem com a única certeza da vida. A morte repentina do jornalista <strong>Ricardo Boechat</strong> foi um duro golpe à rotina de todos que se familiarizaram com a voz do apresentador enquanto dirigiam a caminho do trabalho. Às 7:30h, salvo alguns atrasos e viagens, era sagrada a abertura do noticiário no radio, com o comentário bem articulado, por vezes controverso, sobre algum dilema do Brasil e de sua gente. Minutos depois ele nos fazia ir às gargalhadas quando anunciava José Simão e debochavam da miséria política, dos nomes inusitados e de fatos cotidianos, típicos do brasileiro. Ah&#8230; como foi bom&#8230; como vai fazer falta!! Simão com outro apresentador não será a mesma dobradinha, a mesma química. A morte súbita é a notícia que Boechat não deu e que nos tirou a fome na segunda-feira, depois de uma sequência de más noticias no ano conturbado. É um soco no estômago de quem fica e um alerta para a reflexão: porque nunca estamos preparados para essa notícia?</p>
<p>Recentemente passei um período de férias visitando a família no interior de Minas Gerais.  Viver no interior é conviver de perto com a perda de gente querida. Todos se conhecem, se vêem na missa de domingo, sabem o nome do pai, dos filhos, netos&#8230;. sabem até o cardápio do almoço, já que dispensam convite para chegar e sentar à mesa. Cada vez que visito a cidade, me chama atenção uma música suave no autofalante da igreja matriz, que interrompe qualquer atividade. Todos param para ouvir. O padre anuncia solenemente um óbito e convida para o velório. Como a música tocou nos dias em que eu estava lá! Eu sempre perguntava: “mãe, quem foi dessa vez? E lá ia ela  lamentar mais uma perda. No dia seguinte seguia o cortejo fúnebre até a proximidade de casa. A vida ia passando, quase todos os dias, pelo autofalante da igreja, e essa rotina parecia aumentar a consciência do nosso destino. E por falar em destino, porque não tratar do assunto? Melhor ignorar o fim ou minimamente se preparar para ele? Sim, precisamos nos preparar&#8230;. e a melhor forma de fazer isso é viver bem os dias que a gente tem!</p>
<p>Neste sentido, Boechat, sem querer, deixa uma grande lição. Ele se dedicou  intensamente à profissão que amava, expos opiniões, comprou brigas, chorou, dividiu com o público o drama da depressão, passou aperto financeiro, conheceu a desonra e a glória. A maior fama veio já na maturidade, depois dos 50, provando que podemos nos reinventar a qualquer tempo. E já com vida feita, curtiu novamente a aventura de criar filhos. Sempre falava de suas mulheres – a esposa e as duas filhas pequenas ( tinha mais 4 filhos adultos). Aliás, ele se referia à esposa como “doce Veruska”- uma referência típica de quem está satisfeito com o que conquistou. Se preparar para a morte é acima de tudo não esperar condições ideais para viver intensamente. É não desistir com os dissabores, mas sair da crise fortalecido. Ouvi alguém dizendo que Boechat era como vinho- a cada ano ficava melhor. Um dia antes de morrer, ele reuniu toda a família para um almoço de domingo. Coisas do destino, mas se ele pudesse escolher o que fazer, em seu último dia de vida, certamente seria estar ao lado dos seus. É isso que faz a vida ter sentido e ele o fez com muita coragem.</p>
<p>O jornalismo perde muito. O jornalista Ricardo Boechat nunca foi unanimidade, mas “deu a cara pra bater” porque não era dado à mornidão. Tinha suas convicções e por isso se destacou em meio a tantas vozes e a todas as transformações que atingiram a imprensa nos últimos anos. Fez seu nome na mídia impressa,  marcou presença na televisão e finalmente revolucionou a notícia no radio. Viver intensamente é isso – desbravar, arriscar, expor o que se pensa, construir argumentos, brigar, defender, discordar. O nosso problema é a resignação. Nos adaptamos aos relacionamentos tóxicos, ao trabalho frustrante, à rotina doentia, à falta de cuidado com a saúde (como se a velhice não fosse chegar), nos acostumamos a esperar a condição ideal para todo passo que precisamos dar. De repente olhamos nossas rugas aos 50 e perguntamos: o que eu fiz comigo?</p>
<p>Acredito que Boechat poderia responder a essa pergunta com tranquilidade. Talvez poderia ter trabalhado menos, mas ninguém é perfeito. A nós que ficamos aqui, lamentando mais essa perda, e aos meus conterrâneos, que já devem ter perdido mais vizinhos desde que voltei do interior, fica a reflexão: o que eu tenho feito de mim? Como me preparar para que meu último dia encerre uma passagem que valeu a pena a mim e a outros a meu redor ?</p>
<p>Mira Graçano</p>
<p>Jornalista/ Coach de Comunicação</p>
<p><span id="cloakb2a2d6eb843b7d5f200883900ffb67b0"><a href="mailto:miragracano@gmail.com">miragracano@gmail.com</a></span></p>
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		<title>Comunicação com empatia no mundo dos negócios</title>
		<link>https://miragracano.com.br/comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 12:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como você reage quando ouve algo que não gosta, uma crítica, uma solicitação no ambiente de trabalho em tom agressivo ou um comentário que considera inadequado? Muitos optam por dois únicos caminhos: o ataque ou a defesa. Quase nunca, em momento de tensão ou desconforto, a opção é pelo diálogo, pela conversa franca e equilibrada, livre de jogos psicológicos e de julgamentos. Essa é a essência da Comunicação com empatia&#8211; uma relação interpessoal mediada por palavras, sem que nenhuma das partes se omita ou caia no risco de se deixar contaminar por &#8220;rótulos&#8221;, por suas fragilidades, por seu medo e insegurança. A empatia se manifesta na atitude de dar lugar à verdade e ao sentimento do outro, sem juízo de valor. Sem considerar que o quadro de realidade do interlocutor é distorcido ou menos valoroso. Felizmente as empresas já perceberam que o colaborador com alto potencial de entrega é aquele que tem voz ativa, fala o que pensa sem impor suas ideias, discorda sem medo e questiona as decisões para trazer novas contribuições. Estamos na era da “pessoa” e não apenas do resultado pelo resultado. Depois de produzir um exército de infelizes e estressados, o ambiente corporativo está ávido por se tornar o espaço da criatividade, da vivência em conjunto, permitindo que cada um se expresse na sua verdade. Todos sabem de sua responsabilidade e ninguém suporta mais passar horas e horas em um ambiente inóspito, onde não há riso, não há transparência de opiniões, não há conexão. Alguns passos simples, podem estimular essa comunicação com empatia no ambiente de trabalho.  O primeiro é evitar conclusões precipitadas e generalizações. Sempre que houver qualquer discordância, é necessário promover um momento de conversa empática, cuja ênfase é o real interesse pelo outro. Sem levar para essa conversa situações já discutidas e pré-conceitos, mas dados concretos de realidade. Há muita diferença entre perguntar ao colaborador porque ele chegou às 8:30h na terça e perguntar porque ele vem se atrasando com tanta frequência. Quando dizemos o que aconteceu, quando aconteceu, como, sem acrescentar qualquer juízo de valor, desarmamos o sistema de defesa agressiva do outro. Certamente as conversas difíceis exigem também a escuta ativa. Ouvir na essência é se esvaziar de si mesmo naquele momento. Olhar nos olhos com foco integral, neutralizando a ação dos diálogos mentais. A comunicação com empatia depende diretamente da escuta e isso pode ser demonstrado de várias formas. Por exemplo, repetir parte do que o outro disse para se certificar de que entendeu, fazer perguntas, não mudar o foco do assunto, parar toda e qualquer outra atividade. Jamais converse com alguém enquanto digita mensagens ou passeia com os olhos pelo computador. Outro passo importante é saber expressar os sentimentos. Quando dizemos o que de estamos sentindo, sem responsabilizar o outro pelos nossos sentimentos, abrimos a porta da conexão. Se o sentimento é negativo, ele certamente foi gerado por questões internas que precisam ser enfrentadas. É necessário &#8220;redecidir&#8220;, como afirmam os teóricos da Análise Transacional, quando tratam de comportamentos disfuncionais. O mesmo tom de voz de um gestor pode ser recebido com naturalidade por uma pessoa e ser considerado agressivo por outra. Um terceiro passo da Comunicação com Empatia é saber fazer os pedidos claros. Por vezes, estamos tão habituamos a lidar ou trabalhar com determinadas pessoas, que esperamos o milagre da adivinhação. &#8220;Todos precisam imaginar e atender nossas necessidades porque elas são obvias&#8221;! Será? Por mais que o trabalho seja rotineiro é necessário deixar claro qual é a tarefa, lembrando que algumas pessoas temem esclarecer dúvidas para não demonstrar fragilidade ou desconhecimento. Então, não custa perguntar: &#8220;Está claro? Posso te ajudar com alguma outra informação? Conte comigo se precisar&#8221;! Peça ajuda, peça atenção, peça desculpas, diga o que você precisa ou deseja do outro. Os pedidos claros se tornam ainda mais importantes neste momento em que a geração millennials chega com força ao mercado de trabalho. Eles costumam ser diretos e podem levar ao pé da letra o que está sendo solicitado. Também vão dizer sem o menor receio se não concordarem com um pedido. Se prepare para a nova realidade. Nada de imaginar que um millennial vai “traduzir&#8221; o que você quis dizer, até porque a geração da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-122 alignnone" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios.jpg" alt="" width="903" height="600" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios.jpg 903w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios-900x598.jpg 900w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios-677x450.jpg 677w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comunicacao-com-empatia-no-mundo-dos-negocios-768x510.jpg 768w" sizes="(max-width: 903px) 100vw, 903px" /></p>
<p>Como você reage quando ouve algo que não gosta, uma crítica, uma solicitação no ambiente de trabalho em tom agressivo ou um comentário que considera inadequado? Muitos optam por dois únicos caminhos: o ataque ou a defesa. Quase nunca, em momento de tensão ou desconforto, a opção é pelo diálogo, pela conversa franca e equilibrada, livre de jogos psicológicos e de julgamentos. Essa é a essência da <strong>Comunicação com empatia</strong>&#8211; uma relação interpessoal mediada por palavras, sem que nenhuma das partes se omita ou caia no risco de se deixar contaminar por &#8220;rótulos&#8221;, por suas fragilidades, por seu medo e insegurança. A empatia se manifesta na atitude de dar lugar à verdade e ao sentimento do outro, sem juízo de valor. Sem considerar que o quadro de realidade do interlocutor é distorcido ou menos valoroso.</p>
<p>Felizmente as empresas já perceberam que o colaborador com alto potencial de entrega é aquele que tem voz ativa, fala o que pensa sem impor suas ideias, discorda sem medo e questiona as decisões para trazer novas contribuições. Estamos na era da “pessoa” e não apenas do resultado pelo resultado. Depois de produzir um exército de infelizes e estressados, o ambiente corporativo está ávido por se tornar o espaço da criatividade, da vivência em conjunto, permitindo que cada um se expresse na sua verdade. Todos sabem de sua responsabilidade e ninguém suporta mais passar horas e horas em um ambiente inóspito, onde não há riso, não há transparência de opiniões, não há <strong>conexão.</strong></p>
<p>Alguns passos simples, podem estimular essa comunicação com empatia no ambiente de trabalho.  O primeiro é <strong>evitar conclusões precipitadas e generalizações. </strong>Sempre que houver qualquer discordância, é necessário promover um momento de conversa empática, cuja ênfase é o real interesse pelo outro. Sem levar para essa conversa situações já discutidas e pré-conceitos, mas dados concretos de realidade. Há muita diferença entre perguntar ao colaborador porque ele chegou às 8:30h na terça e perguntar porque ele vem se atrasando com <strong>tanta</strong> frequência. Quando dizemos o que aconteceu, quando aconteceu, como, sem acrescentar qualquer juízo de valor, desarmamos o sistema de defesa agressiva do outro.</p>
<p>Certamente as conversas difíceis exigem também a <strong>escuta ativa</strong>. Ouvir na essência é se esvaziar de si mesmo naquele momento. Olhar nos olhos com foco integral, neutralizando a ação dos diálogos mentais. A <strong>comunicação com</strong> <strong>empatia</strong> depende diretamente da escuta e isso pode ser demonstrado de várias formas. Por exemplo, repetir parte do que o outro disse para se certificar de que entendeu, fazer perguntas, não mudar o foco do assunto, parar toda e qualquer outra atividade. Jamais converse com alguém enquanto digita mensagens ou passeia com os olhos pelo computador.</p>
<p>Outro passo importante é saber <strong>expressar os sentimentos</strong>. Quando dizemos o que de estamos sentindo, sem responsabilizar o outro pelos nossos sentimentos, abrimos a porta da conexão. Se o sentimento é negativo, ele certamente foi gerado por questões internas que precisam ser enfrentadas. É necessário &#8220;<em>redecidir</em>&#8220;, como afirmam os teóricos da Análise Transacional, quando tratam de comportamentos disfuncionais. O mesmo tom de voz de um gestor pode ser recebido com naturalidade por uma pessoa e ser considerado agressivo por outra.</p>
<p>Um terceiro passo da <em>Comunicação com Empatia</em> é saber <strong>fazer os pedidos claros.</strong> Por vezes, estamos tão habituamos a lidar ou trabalhar com determinadas pessoas, que esperamos o milagre da adivinhação. &#8220;Todos precisam imaginar e atender nossas necessidades porque elas são obvias&#8221;! Será? Por mais que o trabalho seja rotineiro é necessário deixar claro qual é a tarefa, lembrando que algumas pessoas temem esclarecer dúvidas para não demonstrar fragilidade ou desconhecimento. Então, não custa perguntar: &#8220;Está claro? Posso te ajudar com alguma outra informação? Conte comigo se precisar&#8221;! Peça ajuda, peça atenção, peça desculpas, diga o que você precisa ou deseja do outro.</p>
<p>Os pedidos claros se tornam ainda mais importantes neste momento em que a geração <em>millennials </em>chega com força ao mercado de trabalho. Eles costumam ser diretos e podem levar ao pé da letra o que está sendo solicitado. Também vão dizer sem o menor receio se não concordarem com um pedido. Se prepare para a nova realidade. Nada de imaginar que um <em>millennial</em> vai “traduzir&#8221; o que você quis dizer, até porque a geração da realidade virtual  não é dada à análises e reflexões. Portanto, seja direto.</p>
<p>A <em>Comunicação com Empatia</em> tem muitas outras características que precisam se tornar habituais dentro das corporações, mas vamos concluir com a mais potente, que é a <strong>celebração verbal</strong>.  O reconhecimento positivo por muitos anos ficou em segundo plano na relação de trabalho, como se expressar gratidão por algo bem feito fosse produzir uma espécie de comodismo ou soberba. Expressar gratidão é uma das maiores forças da comunicação.   Um simples “obrigado” ou “muito bem, gostei”, ativa os neurotransmissores do bem estar, como a serotonina, não só para quem recebe o elogio, mas principalmente para quem o faz. Neste momento as duas partes experimentam a boa sensação de viver e trabalhar em comum-unidade.</p>
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		<title>Damares Alves e o valor do Mídia Training</title>
		<link>https://miragracano.com.br/damares-alves-e-o-valor-do-midia-training/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 12:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relutei em escrever esse artigo, mas do alto de meus quase 30 anos e jornalismo preciso falar sobre a conflituosa relação entre a mídia e os cristãos evangélicos. Sou evangélica há 35 anos e passei quase  26 anos trabalhando em redações de retransmissoras das maiores Redes de Televisão do País.Fui desde repórter à âncora de noticiários de rádio e TV, de produtora à gestora de programas de TV. De todas as experiências, posso dizer com legitimidade que a mídia está longe de tratar o meio evangélico com imparcialidade e, infelizmente, tem razões de sobra para isso. Faço a reflexão a seguir a partir de duas questões: as recentes declarações da futura ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, e o valor   do Media Training, o treinamento que prepara uma pessoa pública para o relacionamento com a imprensa. Definitivamente os evangélicos, que já representam aproximadamente 50 milhões de brasileiros, precisam entender como funciona a mídia e esta, por sua vez, precisa conhecer mais o meio cristão e evitar generalizações. O primeiro aspecto a ser considerado é que os exageros nas práticas religiosas, o fanatismo e o apelo exagerado à arrecadação de dinheiro (em muitas denominações) gerou um preconceito que reforça o estigma de desinformação e ingenuidade para com os evangélicos. O que está longe de ser verdade. Inúmeras igrejas são hoje espaços de disseminação de cultura e conhecimento, de convívio social, de discussão de ideias que vão além inclusive da academia. Qual é o público que mais lê no Brasil? Qual é o público que conserva e valoriza o diálogo em casa, as reuniões para leitura e discussão da Bíblia (livro mais lido do mundo), quem entende melhor de Provérbios, Salmos, Eclesiastes e tantos outros livros profundos que mostram a qualquer ser humano como viver nesta dimensão terrestre? Quem pesquisa sabe que boa parte das indagações filosóficas tem origem nos escritos bíblicos. As igrejas estão cheias de intelectuais, de empresários, de formadores de opinião, de trabalhadores, de estudantes, de gente que faz diferença neste país. Mas a maioria dos evangélicos ao lidar com o público não evangélico se esquece do verso bíblico que diz: a fé para o mundo é loucura (1Cor.1:18). Vem daí tanta repercussão, deboche e resistência quando Damares Alves diz que &#8220;teve um encontro com Jesus” aos 10 anos de idade, sentada numa goiabeira, quando pensava em se matar depois de sofrer inúmeros abusos. Entre os cristãos não há nada mais comum que dizer &#8220;tive um encontro com Deus”, etc. Essa frase se refere ao momento de conversão, à  ação pura do Espírito Santo que é algo inimaginável para quem nunca experimentou. De fato, parece loucura! Assim como pareceu loucura Jesus Cristo curar o cego misturando terra e saliva, mandar o morto de 4 dias- Lázaro- sair andando da tumba, andar sobre as águas com Pedro, perdoar todas aquelas pessoas que pediam sua morte aos pés da cruz. Tudo isso parece loucura, mas é fé e fé não se explica. Alguns amigos disseram que tiveram a mesma visão de Damares Alves enquanto usavam drogas. Pois eu afirmo que nenhum desses amigos teve a mesma experiência que Damares porque a droga perde o efeito e o encontro com Cristo nos transforma para sempre. É questão de fé.  Por outro lado, não há como negar que Damares Alves e muitos outros cristãos que ocupam posições públicas ou de gestão precisam passar por um bom media training ou mídia training. As declarações de fé de Damares Alves foram feitas em momentos de testemunho durante programas cristãos, mas estão na Rede e tudo que postamos ou postam sobre nós se torna público para sempre. Não importa se são declarações do passado. Veja o caso do Ex-diretor da Marvel, James Gunn, demitido por publicar tuites polêmicos oito anos antes da contratação. O Cristão evangélico precisa entender que uma entrevista profissional tem seus termos e sua lógica. Que ele fala para todos os públicos e não para os seus pares. Uma das lições mais simples do Mídia Training é nãodizer o que o outro não compreende ou vai gerar interpretação duvidosa. É preciso saber o que falar e como falar. Essa é a resposta chave do treinamento de mídia. Confesso que me assustei quando frequentei o Congresso Nacional a trabalho [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-120" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training.jpg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training.jpg 1280w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training-900x506.jpg 900w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training-1024x576.jpg 1024w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training-700x394.jpg 700w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Damares-Alves-e-o-valor-do-Midia-Training-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Relutei em escrever esse artigo, mas do alto de meus quase 30 anos e jornalismo preciso falar sobre a conflituosa relação entre a mídia e os cristãos evangélicos. Sou evangélica há 35 anos e passei quase  26 anos trabalhando em redações de retransmissoras das maiores Redes de Televisão do País.Fui desde repórter à âncora de noticiários de rádio e TV, de produtora à gestora de programas de TV. De todas as experiências, posso dizer com legitimidade que a mídia está longe de tratar o meio evangélico com imparcialidade e, infelizmente, tem razões de sobra para isso. Faço a reflexão a seguir a partir de duas questões: as recentes declarações da futura ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, e o valor   do Media Training, o treinamento que prepara uma pessoa pública para o relacionamento com a imprensa. Definitivamente os evangélicos, que já representam aproximadamente 50 milhões de brasileiros, precisam entender como funciona a mídia e esta, por sua vez, precisa conhecer mais o meio cristão e evitar generalizações.</p>
<p>O primeiro aspecto a ser considerado é que os exageros nas práticas religiosas, o fanatismo e o apelo exagerado à arrecadação de dinheiro (em muitas denominações) gerou um preconceito que reforça o estigma de desinformação e ingenuidade para com os evangélicos. O que está longe de ser verdade. Inúmeras igrejas são hoje espaços de disseminação de cultura e conhecimento, de convívio social, de discussão de ideias que vão além inclusive da academia. Qual é o público que mais lê no Brasil? Qual é o público que conserva e valoriza o diálogo em casa, as reuniões para leitura e discussão da Bíblia (livro mais lido do mundo), quem entende melhor de Provérbios, Salmos, Eclesiastes e tantos outros livros profundos que mostram a qualquer ser humano como viver nesta dimensão terrestre? Quem pesquisa sabe que boa parte das indagações filosóficas tem origem nos escritos bíblicos. As igrejas estão cheias de intelectuais, de empresários, de formadores de opinião, de trabalhadores, de estudantes, de gente que faz diferença neste país.</p>
<p>Mas a maioria dos evangélicos ao lidar com o público não evangélico se esquece do verso bíblico que diz: a fé para o mundo é loucura (1Cor.1:18). Vem daí tanta repercussão, deboche e resistência quando Damares Alves diz que &#8220;teve um encontro com Jesus” aos 10 anos de idade, sentada numa goiabeira, quando pensava em se matar depois de sofrer inúmeros abusos. Entre os cristãos não há nada mais comum que dizer &#8220;tive um encontro com Deus”, etc. Essa frase se refere ao momento de conversão, à  ação pura do Espírito Santo que é algo inimaginável para quem nunca experimentou. De fato, parece loucura! Assim como pareceu loucura Jesus Cristo curar o cego misturando terra e saliva, mandar o morto de 4 dias- Lázaro- sair andando da tumba, andar sobre as águas com Pedro, perdoar todas aquelas pessoas que pediam sua morte aos pés da cruz. Tudo isso parece loucura, mas é fé e fé não se explica.</p>
<p>Alguns amigos disseram que tiveram a mesma visão de Damares Alves enquanto usavam drogas. Pois eu afirmo que nenhum desses amigos teve a mesma experiência que Damares porque a droga perde o efeito e o encontro com Cristo nos transforma para sempre. É questão de fé.  Por outro lado, não há como negar que Damares Alves e muitos outros cristãos que ocupam posições públicas ou de gestão precisam passar por um bom media training ou mídia training. As declarações de fé de Damares Alves foram feitas em momentos de testemunho durante programas cristãos, mas estão na Rede e tudo que postamos ou postam sobre nós se torna público para sempre. Não importa se são declarações do passado. Veja o caso do Ex-diretor da Marvel, James Gunn, demitido por publicar tuites polêmicos oito anos antes da contratação.</p>
<p>O Cristão evangélico precisa entender que uma entrevista profissional tem seus termos e sua lógica. Que ele fala para todos os públicos e não para os seus pares. Uma das lições mais simples do Mídia Training é <strong>não</strong>dizer o que o outro não compreende ou vai gerar interpretação duvidosa. <strong>É preciso saber o que falar e como falar</strong>. Essa é a resposta chave do treinamento de mídia. Confesso que me assustei quando frequentei o Congresso Nacional a trabalho e via Cabo Daciolo orando em línguas no microfone da Tribuna da Câmara. Para quem ele estava falando? Se queria orar pelos congressistas, podia fazê-lo de forma que fosse compreendido e não na confusão de uma sessão parlamentar onde ninguém se ouve e se olha.</p>
<p>Por muitos anos os evangélicos ficaram fechados nos muros das igrejas e enfrentaram  todo tipo de discriminação. Desde que essa população começou a  crescer e entender a cosmovisão bíblica, o quadro mudou e precisamos usar a voz com sabedoria, até mesmo para não expor indevidamente a fé. Me arrepio cada vez que vejo um político invocando o nome de Deus publicamente porque temo ser mais um para nos envergonhar. Jesus Cristo sim foi um grande político. Soube como ninguém atrair multidões, argumentar sobreo que era justo e injusto, falar e se calar quando convinha. E foi tão íntegro que abriu mão de se defender porque sabia sua missão e seu destino.</p>
<h3>Por que não Damares Alves?</h3>
<p>Acredito e estou torcendo para que, apesar das “pedaladas verbais”, Damares Alves vai se inspirar nEle porque é uma mulher com trajetória de luta contra a pedofilia, a favor dos direitos humanos e da vida. Precisa apenas alinhar o discurso, entender que as mulheres não cristãs têm valores e visões de mundo diferentes das mulheres cristãs e que ela, enquanto Ministra irá administrar para todas. Muitos podem não gostar de ver uma Pastora no Ministério. Mas porque tanta rejeição se já tivemos ladrões, mentirosos, adúlteros, corruptos, ineptos, apadrinhados e até loucos?</p>
<p>O Mídia Training- Media Training é fundamental para o cristão que chega ao poder depois de atuar no ambiente seguro das relações entre amigos de fé. Aqui fora a dinâmica é outra. Temos que evitar qualquer comportamento ou declaração que possa gerar escândalo ou escárnio. Evitar os jargões de fé, como a palavra <em>convicção</em>– usada pelo Procurador da República, o cristão Deltan Dalagnol, quando apresentou o fatídico slide sobre a possível Rede de Corrupção envolvendo o ex-presidente Lula. O termo convicção na boca de um representante do judiciário foi alvo de memes nas redes sociais e de muita controvérsia. O Cristão gestor precisa medir as palavras durante suas declarações. E cuidar para não transferir publicamente a solução de problemas do cidadão ao Deus que não é conhecido por todos. Isso não significa negar a fé, mas ter respeito e tolerância pelas diferenças e, acima de tudo, agir com sabedoria. Exatamente como fez Jesus fez, quando disse “dai a Cesar o que é de Cesar&#8221;.</p>
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		<title>Guerra de palavras em tempos de eleição</title>
		<link>https://miragracano.com.br/guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 12:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matar ou morrer. Eis a ordem nas Redes Sociais. Quem tem mais força, mais argumento, mais informações- sejam elas verdadeiras ou não, &#8220;vence&#8221; o duelo. A Comunicação Violenta, no sentido mais real, se instalou no Brasil nesta véspera de eleição. A guerra de palavras se estende a todo e qualquer espaço público e privado, sem limites, sem respeito, sem bom senso. Estamos divididos entre o “bem” e o “mal”, entre esquerda e direita, entre honestos e corruptos, entre &#8220;cultos&#8221; e &#8220;ignorantes&#8221;, entre os que defendem as minorias e, portanto, são considerados progressistas, e os que defendem os valores da família, considerados conservadores. Poucos percebem que, afinal de contas queremos o mesmo Brasil. Queremos trabalho, queremos justiça, queremos comer, queremos andar livremente nas ruas, ter boas escolas para nossos filhos, ser atendidos com dignidade nos hospitais e postos de saúde. Queremos viver bem aqui sem imaginar como seria a vida lá fora. Seria insano dizer que temos excelentes candidatos à presidência e, sendo assim, para muitos eleitores a escolha será fundamentada no &#8220;menos pior”. Os candidatos projetam planos diferentes, mas a maioria dos eleitores quer e não quer as mesmas coisas. A maioria não quer ditadura- nem de esquerda, nem de direita. Não quer excesso de controle, nem sobre produção econômica, nem sobre cultura ou ideias. Então, por que tanta guerra de palavras? Toda arrogância de ideias é condenável. Toda discriminação também- seja de direita ou de esquerda. E não se iluda quem pensa que a intolerância e a perseguição às diferenças é coisa de conservador porque eu sei o que tive que enfrentar no ambiente jornalístico- cheio de progressistas-  pelo fato de ser cristã praticante. Se algum eleitor disser que não está decepcionado, ou está iludido ou mentindo.  Tenho amigos marxistas, evangélicos, ateus, de diversas correntes políticas e ideológicas. Seja qual for, não dá para relativizar o estrago que os partidos e os políticos fizeram ao país. Só que essa decepção foi maior com o PT porque passamos anos acreditando que teriam postura diferente quando chegassem ao poder. Não foram. Se associaram a todos os representantes da velha política e avançaram ainda mais na usurpação do dinheiro público para fins políticos e enriquecimento de seus líderes. Sim, foi uma enorme decepção. Quando vejo as discussões acaloradas dos eleitores defendendo suas posições políticas parece que há uma cegueira. São dois lados se engalfinhando, pessoas cortando relacionamentos, brigas em famílias, discussões em mesa de bar, na escola, no trânsito. Um desespero.  Brasileiro que é brasileiro sabe que estamos afundados na corrupção, praticada por representantes de quase todos os partidos políticos.  Qual não teria telhado de vidro? Quem nunca se enganou com seu voto? Portanto, não há situação ideal e essa consciência deveria servir, pelo menos, para diminuir o calor das discussões. Chega de discursos que desconsideram o ponto de vista do outro como legítimo, mesmo que diferente. Chega da tirania da verdade absoluta- a minha, a sua verdade. Isso sim é irreal. Aquilo que você considera óbvio, não é para o outro. O que você considera intolerável, o outro relativiza. Assim é a vida, assim são as relações. Passadas as eleições, quem quer que saia vitorioso vai precisar de uma nação unida para vencer a crise e não uma população dividida, irada, se matando pelas palavras. Eu escolhi meus candidatos sem a pretensão de que sejam perfeitos. Não serão. Eles vão errar, vão escolher para sua equipe pessoas que não concordo, vão apoiar medidas que reprovo, vão defender reformas dolorosas e necessárias. Mas essa é a mágica da democracia -governar para todos. Se não estancarmos esse padrão violento de comunicação, após o segundo turno das eleições seremos os maiores derrotados. Teremos sacrificado a tolerância e o sonho de um Brasil onde vale a pena viver.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-118" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao.jpg" alt="" width="1200" height="732" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao.jpg 1200w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao-900x549.jpg 900w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao-1024x625.jpg 1024w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao-700x427.jpg 700w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao-768x468.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>Matar ou morrer. Eis a ordem nas Redes Sociais. Quem tem mais força, mais argumento, mais informações- sejam elas verdadeiras ou não, &#8220;vence&#8221; o duelo. A Comunicação Violenta, no sentido mais real, se instalou no Brasil nesta véspera de eleição. A guerra de palavras se estende a todo e qualquer espaço público e privado, sem limites, sem respeito, sem bom senso. Estamos divididos entre o “bem” e o “mal”, entre esquerda e direita, entre honestos e corruptos, entre &#8220;cultos&#8221; e &#8220;ignorantes&#8221;, entre os que defendem as minorias e, portanto, são considerados progressistas, e os que defendem os valores da família, considerados conservadores. Poucos percebem que, afinal de contas queremos o mesmo Brasil. Queremos trabalho, queremos justiça, queremos comer, queremos andar livremente nas ruas, ter boas escolas para nossos filhos, ser atendidos com dignidade nos hospitais e postos de saúde. Queremos viver bem aqui sem imaginar como seria a vida lá fora.</p>
<p>Seria insano dizer que temos excelentes candidatos à presidência e, sendo assim, para muitos eleitores a escolha será fundamentada no &#8220;menos pior”. Os candidatos projetam planos diferentes, mas a maioria dos eleitores quer e não quer as mesmas coisas. A maioria não quer ditadura- nem de esquerda, nem de direita. Não quer excesso de controle, nem sobre produção econômica, nem sobre cultura ou ideias. Então, por que tanta guerra de palavras? Toda arrogância de ideias é condenável. Toda discriminação também- seja de direita ou de esquerda. E não se iluda quem pensa que a intolerância e a perseguição às diferenças é coisa de conservador porque eu sei o que tive que enfrentar no ambiente jornalístico- cheio de progressistas-  pelo fato de ser cristã praticante.</p>
<p>Se algum eleitor disser que não está decepcionado, ou está iludido ou mentindo.  Tenho amigos marxistas, evangélicos, ateus, de diversas correntes políticas e ideológicas. Seja qual for, não dá para relativizar o estrago que os partidos e os políticos fizeram ao país. Só que essa decepção foi maior com o PT porque passamos anos acreditando que teriam postura diferente quando chegassem ao poder. Não foram. Se associaram a todos os representantes da velha política e avançaram ainda mais na usurpação do dinheiro público para fins políticos e enriquecimento de seus líderes. Sim, foi uma enorme decepção.</p>
<p>Quando vejo as discussões acaloradas dos eleitores defendendo suas posições políticas parece que há uma cegueira. São dois lados se engalfinhando, pessoas cortando relacionamentos, brigas em famílias, discussões em mesa de bar, na escola, no trânsito. Um desespero.  Brasileiro que é brasileiro sabe que estamos afundados na corrupção, praticada por representantes de quase todos os partidos políticos.  Qual não teria telhado de vidro? Quem nunca se enganou com seu voto? Portanto, não há situação ideal e essa consciência deveria servir, pelo menos, para diminuir o calor das discussões.</p>
<p>Chega de discursos que desconsideram o ponto de vista do outro como legítimo, mesmo que diferente. Chega da tirania da verdade absoluta- a minha, a sua verdade. Isso sim é irreal. Aquilo que você considera óbvio, não é para o outro. O que você considera intolerável, o outro relativiza. Assim é a vida, assim são as relações. Passadas as eleições, quem quer que saia vitorioso vai precisar de uma nação unida para vencer a crise e não uma população dividida, irada, se matando pelas palavras.</p>
<p>Eu escolhi meus candidatos sem a pretensão de que sejam perfeitos. Não serão. Eles vão errar, vão escolher para sua equipe pessoas que não concordo, vão apoiar medidas que reprovo, vão defender reformas dolorosas e necessárias. Mas essa é a mágica da democracia -governar para todos. Se não estancarmos esse padrão violento de comunicação, após o segundo turno das eleições seremos os maiores derrotados. Teremos sacrificado a tolerância e o sonho de um Brasil onde vale a pena viver.</p>
<p>O post <a href="https://miragracano.com.br/guerra-de-palavras-em-tempos-de-eleicao/">Guerra de palavras em tempos de eleição</a> apareceu primeiro em <a href="https://miragracano.com.br">Mira Graçano - Treinamentos em Comunicação</a>.</p>
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		<title>Media Training e o sufoco do eleitor</title>
		<link>https://miragracano.com.br/media-training-e-o-sufoco-do-eleitor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 12:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano eleitoral costuma ser um martírio! De um lado porque temos a responsabilidade de escolher um agente público, de outro porque sabemos que não é uma tarefa fácil. A cada eleição temos que lidar com a infindável verborragia dos candidatos. São frases sem sentidos, promessas sem consistência, ataques sem provas, cinismo sem limites. Discurso eleitoral é um dos maiores exemplos de blá-blá-blá, quando se diz tudo a todos, sem dizer nada a ninguém. Um Treinamento de Comunicação- Media Training bem feito evitaria, pelo menos em parte, o sacrifício ao qual o eleitor é submetido diariamente. Para início de conversa, vamos deixar claro o que o dicionário diz sobre o termo verborragia: utilização de frases desprovidas de sentido e/ou sem importância para expressar poucas ideias. Agora vamos aos exemplos dos principais candidatos, pela ordem das pesquisas: Jair Bolsonaro há muito ostenta o discurso de político conservador que defende os valores religiosos, preservação da família, a “ordem e o progresso”. Ao mesmo tempo, é o candidato mais flagrado citando frases infelizes. O candidato deveria priorizar o Media Training porque parece não medir o peso das palavras. Costuma ser desastroso quando fala da ação militar, gerando um  clima de insegurança aos que se apavoram com a ameaça de volta da ditadura. O candidato também peca quando fala de homossexuais, mulheres, responsabilização criminal de menores, os direitos das minorias em geral. A que se considerar que parte do eleitor aprecia exatamente esse discurso &#8220;sem meias palavras”, mas num momento eleitoral isso pode sair caro. Nem sempre o importante é o que se diz, mas como se diz. E mais ainda: vale o que o ouvinte entendeu. Por mais que o candidato tente explicar algumas frases “mal interpretadas”, o estrago está feito. Fernando Hadad tenta ser mais político com as palavras, mas não passa no teste da consistência, quando insiste em exaltar o governo Lula, ignorando completamente o governo Dilma que terminou em impeachment. Me faz lembrar a frase do ex-ministro da Fazenda Rubens Ricúpero em transmissão via satélite quando ele afirmou: &#8220;Eu não tenho escrúpulos; o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde&#8221;. Acontece que não estamos mais no ano de 1994. Na era das mídias digitais, nada se esconde, nada se diz sem que isso possa ser revisado e avaliado. No caso de Ciro Gomes as palavras saltam como fogo em qualquer momento de pressão, O candidato definitivamente é um grande orador, gesticula bem, mas abusa do pavio curto. Entre as lições do Media Training estão justamente o domínio próprio, para não perder a calma em momentos de exposição pública, e a paciência com o repórter. Ciro Gomes faltou a essa aula. Diz o que quer, xinga, esbraveja, quase baba. Usa a comunicação para demonstrar um desequilíbrio que assusta o eleitor mais atento, mesmo que este concorde com seu plano de governo. Por falar em Plano de Governo, os candidatos precisariam passar por muitos treinamentos de Comunicação para explicar de forma responsável  o que pretendem fazer pelo país. O que prevalece é o tom messiânico, que abraça  todo e qualquer problema do cidadão. Os Planos de Governo oferecem menos bandidos nas ruas, impostos justos, previdência garantida, emprego de sobra, educação pública no padrão Finlândia, muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender. É o céu! É preciso trazer os candidatos de volta à realidade e esse esforço pode começar pela comunicação. O primeiro passo é reconhecer que as palavras têm força e que a comunicação não verbal mostra muito do que o candidato tenta esconder. A maneira como um candidato fala, diz quem ele é. Basta querer ouvir além das palavras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-114 alignnone" src="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Media-Training-e-o-sufoco-do-eleitor.jpg" alt="" width="891" height="590" srcset="https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Media-Training-e-o-sufoco-do-eleitor.jpg 891w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Media-Training-e-o-sufoco-do-eleitor-680x450.jpg 680w, https://miragracano.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Media-Training-e-o-sufoco-do-eleitor-768x509.jpg 768w" sizes="(max-width: 891px) 100vw, 891px" /></p>
<p>Ano eleitoral costuma ser um martírio! De um lado porque temos a responsabilidade de escolher um agente público, de outro porque sabemos que não é uma tarefa fácil. A cada eleição temos que lidar com a infindável verborragia dos candidatos. São frases sem sentidos, promessas sem consistência, ataques sem provas, cinismo sem limites. Discurso eleitoral é um dos maiores exemplos de blá-blá-blá, quando se diz tudo a todos, sem dizer nada a ninguém. Um Treinamento de Comunicação- Media Training bem feito evitaria, pelo menos em parte, o sacrifício ao qual o eleitor é submetido diariamente. Para início de conversa, vamos deixar claro o que o dicionário diz sobre o termo verborragia: utilização de frases desprovidas de sentido e/ou sem importância para expressar poucas ideias. Agora vamos aos exemplos dos principais candidatos, pela ordem das pesquisas:</p>
<p>Jair Bolsonaro há muito ostenta o discurso de político conservador que defende os valores religiosos, preservação da família, a “ordem e o progresso”. Ao mesmo tempo, é o candidato mais flagrado citando frases infelizes. O candidato deveria priorizar o Media Training porque parece não medir o peso das palavras. Costuma ser desastroso quando fala da ação militar, gerando um  clima de insegurança aos que se apavoram com a ameaça de volta da ditadura. O candidato também peca quando fala de homossexuais, mulheres, responsabilização criminal de menores, os direitos das minorias em geral. A que se considerar que parte do eleitor aprecia exatamente esse discurso &#8220;sem meias palavras”, mas num momento eleitoral isso pode sair caro. <strong>Nem sempre o importante é o que se diz, mas como se diz. E mais ainda: vale o que o ouvinte entendeu</strong>. Por mais que o candidato tente explicar algumas frases “mal interpretadas”, o estrago está feito.</p>
<p>Fernando Hadad tenta ser mais político com as palavras, mas não passa no teste da consistência, quando insiste em exaltar o governo Lula, ignorando completamente o governo Dilma que terminou em impeachment. Me faz lembrar a frase do ex-ministro da Fazenda Rubens Ricúpero em transmissão via satélite quando ele afirmou: &#8220;Eu não tenho escrúpulos; <strong>o que é bom a gente fatura</strong>, o que é ruim a <strong>gente</strong> esconde&#8221;. Acontece que não estamos mais no ano de 1994. Na era das mídias digitais, nada se esconde, nada se diz sem que isso possa ser revisado e avaliado.</p>
<p>No caso de Ciro Gomes as palavras saltam como fogo em qualquer momento de pressão, O candidato definitivamente é um grande orador, gesticula bem, mas abusa do pavio curto. Entre as lições do Media Training estão justamente o domínio próprio, para não perder a calma em momentos de exposição pública, e a paciência com o repórter. Ciro Gomes faltou a essa aula. Diz o que quer, xinga, esbraveja, quase baba. Usa a comunicação para demonstrar um desequilíbrio que assusta o eleitor mais atento, mesmo que este concorde com seu plano de governo.</p>
<p>Por falar em Plano de Governo, os candidatos precisariam passar por muitos treinamentos de Comunicação para explicar de forma responsável  o que pretendem fazer pelo país. O que prevalece é o tom messiânico, que abraça  todo e qualquer problema do cidadão. Os Planos de Governo oferecem menos bandidos nas ruas, impostos justos, previdência garantida, emprego de sobra, educação pública no padrão Finlândia, muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender. É o céu!</p>
<p>É preciso trazer os candidatos de volta à realidade e esse esforço pode começar pela comunicação. O primeiro passo é reconhecer que as palavras têm força e que a comunicação não verbal mostra muito do que o candidato tenta esconder. A maneira como um candidato fala, diz quem ele é. Basta querer ouvir além das palavras.</p>
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